terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Sou estranha, impulsiva, irônica, fria e bastante esquisita, uma hora repugno e outra hora já gosto. Às vezes mudo de opinião muito rápido e não acho isso errado, acho isso bom, mostra que tenho personalidade e que não tenho medo de mudar só para parecer mais autentica, acho ridículo as pessoas estarem erradas e continuarem a bater na mesma tecla e não ouvir os outros, essas pessoas “donas da razão”, faço nem questão, ignoro. Não sou muito de falar sobre mim, não gosto muito, prefiro ouvir as pessoas e delas saber um pouco mais, adoro dar conselhos, só esqueço-me de usá-los para mim. De mim poucos sabem, esses são os privilegiados, os que já estavam ou entraram na minha vida e permanecerão, sem prazo de validade. Tem pessoas que não gosto de cara, por um simples gesto ou palavra, não gosto de pessoas que se acham ter um “rei na barriga”, pessoas sem conteúdo, pessoas chatas. Não sou a melhor pessoa do mundo e nem pretendo, ainda mais se for só para agradar alguém, sou chata quando devo, ignorante com quem merece e bruta com quem não merece meu respeito. Odeio meu cabelo não é do tamanho que quero, nem da cor que desejo. Meu guarda roupas não tem nada, procuro, procuro e nada acho e resolvo em casa ficar. Saio com minhas amigas para me divertir e me divirto até, mas às vezes fico de canto com cara fechada por que as pessoas ou lugar não me agradaram e ninguém me aguenta. Eu sou tanta coisa em uma só, que as vezes nem sem quem sou.

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